ela não conseguiu dizer até logo.
enquanto isso, sentada à mesa, desenhava com migalhas sobre a toalha escura. tracejava farelos em torno da faca. da colher.
não olhava nada. adivinhava nada. cega do seu futuro. perdida do seu presente.
o bilhete que ela escrevera não dizia nada. nem até logo.
o bilhete em branco diante dela. ali, naquele espaço despedaçado.
não, não seria possível até logo.
e ela
03/06/2008 às 18:41
Você atualizou. Oba!
Espero que escreva cada vez mais.
Muito bom ler você.
Abraço.
03/08/2008 às 2:37
Quem é ela?? A métafora de quê, querido?? Eu adorei…Um abraço!Bianca
03/16/2008 às 6:13
a insuficiência da gente é suficiente apenas na nossa insuficiência…
03/30/2008 às 5:30
Poeta menos, poeta menos!!! Escreva e inscreva mais aqui em mim…Passei aqui para ver seus sinais…e estou me sentindo” a cega do meu futuro e perdida do meu presente, com um bilhete branco aqui na frente.”
Obs: vc ainda está aí? Cadê vc? Ah não…Não aceito não como resposta.Pedaço de beijo e abraço inteiro.Risos… O resto eu dou quando aparecer. Risos!
04/06/2008 às 3:51
Gente, essas suas palavras fazem eco em mim…nem sei muito o porquê, mas essa mulher sou eu! Venho me encontrar sempre aqui. O bilhete sempre está em branco e eu tento escrever…só não sei se chega aí. Já leu A carta roubada do Allan Poe? Um abraço!
06/27/2008 às 1:48
adorei singelo e singular.
Beijos.
Shakti
03/01/2009 às 22:22
Vim espreitar
Beijos nocturnos