eu não sei
como anda o homem
mas
ele
está sozinho
a casa o tanque o azul
já se foram
a rua não mais
o olhar é memória
a criança
brinca
distraidamente ansiosa
finge
não saber
o grande barco vermelho
flutua
diante de sua memória
ele sabe
eu não sei
como anda o homem
mas
ele
está sozinho
a casa o tanque o azul
já se foram
a rua não mais
o olhar é memória
a criança
brinca
distraidamente ansiosa
finge
não saber
o grande barco vermelho
flutua
diante de sua memória
ele sabe
09/21/2007 às 13:37
“correrias de crianças criando o caos colorido
o parque espreguiça …”
linhas como balas de festim. feitas sob medida de um altiplano.
03/04/2008 às 18:36
Eu descobri esse blog e foi uma grata surpresa…….amei!! Um abraço;Bianca